Confesso que optei por realizar lucro na sexta-feira. Algumas resistências próximas, IFR14 elevado (74,5), vértice da figura, proximidade do limite superior do canal. Ótima ação no longo prazo, mas para o curto-prazo prefiro vender.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
IRPFBolsa e outros softwares de controle de investimentos
Quem mexe com ações sabe que uma das maiores dores de cabeça dos investidores é o cálculo do imposto de renda. Quando se é um investidor de longo prazo, com poucas ações, o problema não chega a ser grande. Mas, com o passar do tempo, o aumento no número de ações, as eventuais operações de giro, bonificações, grupamentos/desdobramentos e outros, torna-se quase impossível controlar tudo usando simples tabelas de Excel. Calcular Imposto de Renda de ações exige conhecer o preço médio e apurar ganhos e prejuízos acumulados, o que implica em ter que registrar operações desde o primeiro dia que se entrou na bolsa. A solução é utilizar um software que permita fazer todos esses controles.
Não existem muitos softwares disponíveis para o investidor pessoa física no mercado. Algumas soluções existentes no mercado são baseadas na web e com os dados armazenados em algum servidor externo. A ideia de que alguém, além da corretora e órgãos oficiais, possa ter acesso a todas as minhas operações não é nada agradável. Outras soluções armazenam os dados localmente, mas o preço é proibitivo. Existem corretoras que oferecem esse serviço, mas aí você fica preso a corretora.
Uma opção é utilizar um software que armazene os dados localmente e só use a internet para validar a licença e obter algumas atualizações necessários (código de corretoras, ativos, regras de calculo, etc). O software IRPFBolsa parecia ser uma boa solução. Afinal, seu foco era o cálculo do IRPF sem outros adicionais inúteis (não quero um controle de contas a pagar ou contas bancárias). Apesar de uma certa instabilidade, parecia ser um software bem desenvolvido, superior à concorrência e com um preço muito atrativo (R$ 89,00 por dois anos, sem limite de lançamentos). Sem dúvida, a melhor relação custo/benefício. Mas, como todos os softwares disponíveis, havia um risco: e se o site saísse do ar? Pois foi exatamente isso o que aconteceu, faltando poucos dias para o início da declaração do IR de 2013. Resultado, anos de lançamentos perdidos, sem a possibilidade de se apurar o imposto. O jeito, na época, foi recuperar as tabelas de Excel e fazer o que fosse possível. Depois que o prazo da declaração expirou, o site voltou ao ar. Vendo o site do ReclamaAqui pode-se notar que problemas similares continuam ocorrendo até hoje.
Bem, continuar com o Excel não é a melhor opção, principalmente pela dificuldade de consolidar as planilhas. Uma solução, para quem entendem de programação, é utilizar o Access. Dá trabalho, mas evita ficar na dependência de uma empresa e perder tudo caso essa deixe de existir ou seu site saia do ar.
Não existem muitos softwares disponíveis para o investidor pessoa física no mercado. Algumas soluções existentes no mercado são baseadas na web e com os dados armazenados em algum servidor externo. A ideia de que alguém, além da corretora e órgãos oficiais, possa ter acesso a todas as minhas operações não é nada agradável. Outras soluções armazenam os dados localmente, mas o preço é proibitivo. Existem corretoras que oferecem esse serviço, mas aí você fica preso a corretora.
Uma opção é utilizar um software que armazene os dados localmente e só use a internet para validar a licença e obter algumas atualizações necessários (código de corretoras, ativos, regras de calculo, etc). O software IRPFBolsa parecia ser uma boa solução. Afinal, seu foco era o cálculo do IRPF sem outros adicionais inúteis (não quero um controle de contas a pagar ou contas bancárias). Apesar de uma certa instabilidade, parecia ser um software bem desenvolvido, superior à concorrência e com um preço muito atrativo (R$ 89,00 por dois anos, sem limite de lançamentos). Sem dúvida, a melhor relação custo/benefício. Mas, como todos os softwares disponíveis, havia um risco: e se o site saísse do ar? Pois foi exatamente isso o que aconteceu, faltando poucos dias para o início da declaração do IR de 2013. Resultado, anos de lançamentos perdidos, sem a possibilidade de se apurar o imposto. O jeito, na época, foi recuperar as tabelas de Excel e fazer o que fosse possível. Depois que o prazo da declaração expirou, o site voltou ao ar. Vendo o site do ReclamaAqui pode-se notar que problemas similares continuam ocorrendo até hoje.
Bem, continuar com o Excel não é a melhor opção, principalmente pela dificuldade de consolidar as planilhas. Uma solução, para quem entendem de programação, é utilizar o Access. Dá trabalho, mas evita ficar na dependência de uma empresa e perder tudo caso essa deixe de existir ou seu site saia do ar.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
3 Fundos Imobiliários para o mês de maio
RNGO11
Este fundo teve uma forte valorização nos últimos meses, mas
o valor de sua cota continua baixo, especialmente porque existe uma previsão de
elevação dos valores distribuídos na forma de proventos, podendo alcançar o
máximo de R$ 0,76 em agosto, ante R$ 0,70 a serem distribuídos em maio. Isso
daria uma rentabilidade de 0,94% no mês.
A cota deveria subir mais 11% nos próximos meses para seu DY ficar na média do
mercado. Apesar da localização, Alphaville, todos os imóveis estão ocupados e o
principal contrato a vencer nesse ano caminha para ser renovado.
XPGA11
Fundo de CRI só compensa se tiver um rendimento muito elevado
e valor de face próximo ao valor patrimonial. No momento, o XPGA11 é o que
fundo que combina alto DY (rentabilidade de 1,12% ao mês, superior a média de
fundos similares) e elevada liquidez. Mas é preciso ter consciência que parte
dos proventos pagos é amortização dos CRIs e XPGA11 é um fundo com quase todos
recursos locados em CRIs. Portanto, o espaço para novas altas é limitado. Vale
principalmente pelo recebimento de proventos.
PRSV11
Problemas podem ser vistos como oportunidade. O PRSV11 já
anunciou que a partir do terceiro trimestre terá uma vacância que afetará as receitas em mais 20%. O
mercado, evidentemente, precificou o fato. Considerando a vacância anunciada, o
DY passa a ser apenas razoável. Mas esse é o ponto: apesar da elevada vacância,
o DY ficaria próximo da média de fundos similares. Se o fundo conseguir locar os andares vagos,
mesmo que por valores significativamente inferiores ao contrato que está sendo rescindido, o DY se elevaria a níveis muito superiores à
média. Com todo o prazo que o fundo está tendo, é provável que
a vacância não dure muito tempo.
Mais FIIs em: Ábaco Fundos Imobiliários no Facebook
quarta-feira, 30 de abril de 2014
RNGO11: destaque em abril
Quase 25% de alta em dois meses. Mesmo assim, o DY continua acima da média, dando espaço para novas altas do ativo.
Petrobras 29/04/2014
O Fibonacci indica uma congestão.Superado, poderá cobrir alguns gaps e testar os R$ 20,00. No longo prazo PETR4 continua num canal de baixa e assim permaneceria, mesmo que supere as resistências apontadas no gráfico.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Bradesco: nem tudo está acumulando
Muitos acham que quando o Ibovespa está caindo, tudo segue a queda. Mas cada ativo é uma ativo. Mesmo na crise, é possível encontrar ações que seguem num sentido oposto ao índice. E não estamos falando de segundo linha. Um bom exemplo é Bradesco PN, que manteve seu longo canal de alta. Esse foi um ativo que fez um belo cup and handle, com direito a pivot e alta até o 161,8% fibo. No momento enfrenta a resistência do 161,8% fibo. O melhor momento de compra é na base do canal de alta, LTA.
Vale e seu Fibonacci
Situação similar ao do Ibovespa, longa acumulação, fortes suportes de LP e LTBs se exaurindo. Esse processo pode continuar por mais alguns meses, só se alterando no momento em que houver uma quebra da atual LTB (melhor momento de compra).
domingo, 27 de abril de 2014
Ações em baixa, DY em alta
A maioria das pessoas se preocupa apenas com o preço de face
de um ativo. Mesmo os mais conservadores, fãs da AF, esperam no final apenas
que a ação alcance seu “preço justo”. Mas o objetivo primordial de se INVESTIR
em ações é ser sócio da empresa e compartilhar de seus lucros, através dos
dividendos. Em determinados momentos, perspectivas econômicas, fatores
políticos e até psicológicos (o “efeito manada”), podem fazer o preço de uma
ação despencar, sem que tenha fundamento na distribuição de dividendos. Quando
isso ocorre, temos uma elevação do DY (dividend yield = dividendos distribuídos pelo ativo nos últimos
12 meses / preço atual do ativo).
Um bom exemplo é a Petrobras PN. A ação perdeu mais da metade de seu valor nos
últimos 5 anos, mas seus dividendos se mantiveram relativamente estáveis. O
resultado foi um crescimento considerável de seu DY. É verdade que existem
muitas perspectivas negativas em relação à empresa, mas dificilmente ela irá
deixará de pagar dividendos, muito menos irá quebrar. Provavelmente sua
capacidade de crescimento esteja comprometida, os sócios majoritários não são
muito simpáticos, mas isso deveria ser um fator de maior preocupação para os investidores
institucionais, que pensam no longo prazo, do que para os simples investidores
PF, que esperam resultados financeiros num prazo menor. Sócios majoritários
problemáticos existem em empresas estatais e privadas.
Como a Petrobras, muitas outras empresas sólidas,
consolidadas, que pelas cotações atuais, estão pagando DY superior a 6% ao ano,
quando até recentemente pagavam 4% a.a.. Tratando-se de ativo real e com a
perspectiva de recuperação da economia nos próximos anos, torna-se um
investimento bastante atraente. O problema continua sendo superar o emocional e
a visão de curto prazo.
Petrobras PN: distribuição de dividendos e cálculo do DY pelo ano de competência:
Ano de competência
|
Dividendos (por ano de competência, ações PN)
|
Cotação (31/12 do ano de competência)
|
DY
|
2009
|
R$ 0,6537
|
R$ 36,60
|
1,79%
|
2010
|
R$ 1,0158
|
R$ 27,27
|
3,72%
|
2011
|
R$ 0,9046
|
R$ 21,38
|
4,23%
|
2012
|
R$ 0,96
|
R$ 19,50
|
4,92%
|
2013
|
R$ 0,99757
|
R$ 17,11
|
5,83%
|
DY
atual (últimos 12 meses)
|
R$
0,99757
|
R$
16,00
|
6,23%
|
sábado, 26 de abril de 2014
IBOVESPA abril 2014
Depois de uma longa, longa, longa acumulação, parece que podemos ter esperanças de uma mudança significativa em breve. Depois de quase 7 anos, o suporte nos 45 mil pontos parece mais forte do que nunca. As previsões de volta aos 30 mil, 25 mil pontos não se confirmaram. De fato, o suporte nada mais é que o Fibonacci 61,8%. O Ibovespa respeitou a AT! Por outro lado, foi vítima de uma cruel LTB, ou melhor, uma sucessão de LTBs. A boa notícia é que essa LTB tem data de validade, está se exaurindo, se aproximando do forte suporte e o Ibovespa já começa a testa-la. A maioria dos investidores devem estar desanimados, depois de anos de acumulação, de laterização, mas esse é o momento que geralmente há uma reação, quando todos parecem ter desistido. Estamos num ótimo ponto de compra, sem dúvida, o melhor dos últimos anos. É lógico que as eleições podem criar uma instabilidade e uma retomada mais consistente pode ficar para o próximo ano. Mesmo assim, o risco de investir agora é relativamente baixo, quando pensando no longo prazo.
Europar, cada vez mais mico
A Banif convocou assembléia para 30 de abril de 2014, visando ratificar a substituição da administradora, de Banif para Coinvalores, mas condicionada a aprovação de "formação de reserva financeira a ser constituída no período de 12 meses com o objetivo de viabilizar"..."plano de trabalho ... para regularização de eventuais pendências ou providências relativos aos ativos imobiliários que compõem a carteira do Fundo". Em outras palavras, a conta vai ser alta.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Ibovespa 10/04/2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Ibovespa 20/03/2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Ibovespa 18/03/2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Ibovespa 14/03/2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Ibovespa 27/02/2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Ibovespa 18/02/2013
O Ibovespa perdeu seus principais suportes e segue em tendência de baixa. No médio e longo prazo a tendência é de acumulação. O movimento de queda pode continuar, mas dificilmente se afastará muito das MMs. Novas quedas colocaria o Ibovespa em sobre-venda, obrigando a um movimento de correção (alta).
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Ibovespa 06/02/2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Ibovespa 05/02/2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Ibovespa 04/02/2013
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