quarta-feira, 30 de abril de 2014

RNGO11: destaque em abril

Quase 25% de alta em dois meses. Mesmo assim, o DY continua acima da média, dando espaço para novas altas do ativo.



Petrobras 29/04/2014

O Fibonacci indica uma congestão.Superado, poderá cobrir alguns gaps e testar os R$ 20,00. No longo prazo PETR4 continua num canal de baixa e assim permaneceria, mesmo que supere as resistências apontadas no gráfico.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Bradesco: nem tudo está acumulando

Muitos acham que quando o Ibovespa está caindo, tudo segue a queda. Mas cada ativo é uma ativo. Mesmo na crise, é possível encontrar ações que seguem num sentido oposto ao índice. E não estamos falando de segundo linha. Um bom exemplo é Bradesco PN, que manteve seu longo canal de alta. Esse foi um ativo que fez um belo cup and handle, com direito a pivot e alta até o 161,8% fibo. No momento enfrenta a resistência do 161,8% fibo. O melhor momento de compra é na base do canal de alta, LTA.




Vale e seu Fibonacci

Situação similar ao do Ibovespa, longa acumulação, fortes suportes de LP e LTBs se exaurindo. Esse processo pode continuar por mais alguns meses, só se alterando no momento em que houver uma quebra da atual LTB (melhor momento de compra).


domingo, 27 de abril de 2014

Ações em baixa, DY em alta

A maioria das pessoas se preocupa apenas com o preço de face de um ativo. Mesmo os mais conservadores, fãs da AF, esperam no final apenas que a ação alcance seu “preço justo”. Mas o objetivo primordial de se INVESTIR em ações é ser sócio da empresa e compartilhar de seus lucros, através dos dividendos. Em determinados momentos, perspectivas econômicas, fatores políticos e até psicológicos (o “efeito manada”), podem fazer o preço de uma ação despencar, sem que tenha fundamento na distribuição de dividendos. Quando isso ocorre, temos uma elevação do DY (dividend yield = dividendos distribuídos pelo ativo nos últimos 12 meses / preço atual do ativo).

Um bom exemplo é a Petrobras PN.  A ação perdeu mais da metade de seu valor nos últimos 5 anos, mas seus dividendos se mantiveram relativamente estáveis. O resultado foi um crescimento considerável de seu DY. É verdade que existem muitas perspectivas negativas em relação à empresa, mas dificilmente ela irá deixará de pagar dividendos, muito menos irá quebrar. Provavelmente sua capacidade de crescimento esteja comprometida, os sócios majoritários não são muito simpáticos, mas isso deveria ser um fator de maior preocupação para os investidores institucionais, que pensam no longo prazo, do que para os simples investidores PF, que esperam resultados financeiros num prazo menor. Sócios majoritários problemáticos existem em empresas estatais e privadas.

Como a Petrobras, muitas outras empresas sólidas, consolidadas, que pelas cotações atuais, estão pagando DY superior a 6% ao ano, quando até recentemente pagavam 4% a.a.. Tratando-se de ativo real e com a perspectiva de recuperação da economia nos próximos anos, torna-se um investimento bastante atraente. O problema continua sendo superar o emocional e a visão de curto prazo.

Petrobras PN: distribuição de dividendos e cálculo do DY pelo ano de competência:
Ano de competência
Dividendos (por ano de competência, ações PN)
Cotação (31/12 do ano de competência)
DY
2009
R$ 0,6537
R$ 36,60
1,79%
2010
R$ 1,0158
R$ 27,27
3,72%
2011
R$ 0,9046
R$ 21,38
4,23%
2012
R$ 0,96
R$ 19,50
4,92%
2013
R$ 0,99757
R$ 17,11
5,83%
DY atual (últimos 12 meses)
R$ 0,99757
R$ 16,00
6,23%
 Fonte: elaboração própria com dados da BM&F Bovespa

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sábado, 26 de abril de 2014

IBOVESPA abril 2014

Depois de uma longa, longa, longa acumulação, parece que podemos ter esperanças de uma mudança significativa em breve. Depois de quase 7 anos, o suporte nos 45 mil pontos parece mais forte do que nunca. As previsões de volta aos 30 mil, 25 mil pontos não se confirmaram. De fato, o suporte nada mais é que o Fibonacci 61,8%. O Ibovespa respeitou a AT! Por outro lado, foi vítima de uma cruel LTB, ou melhor, uma sucessão de LTBs. A boa notícia é que essa LTB tem data de validade, está se exaurindo, se aproximando do forte suporte e o Ibovespa já começa a testa-la. A maioria dos investidores devem estar desanimados, depois de anos de acumulação, de laterização, mas esse é o momento que geralmente há uma reação, quando todos parecem ter desistido. Estamos num ótimo ponto de compra, sem dúvida, o melhor dos últimos anos. É lógico que as eleições podem criar uma instabilidade e uma retomada mais consistente pode ficar para o próximo ano. Mesmo assim, o risco de investir agora é relativamente baixo, quando pensando no longo prazo.

 

Europar, cada vez mais mico

A Banif convocou assembléia para 30 de abril de 2014, visando ratificar a substituição da administradora, de Banif para Coinvalores, mas condicionada a aprovação de "formação de reserva financeira a ser constituída no período de 12 meses com o objetivo de viabilizar"..."plano de trabalho ... para regularização de eventuais pendências ou providências relativos aos ativos imobiliários que compõem a carteira do Fundo". Em outras palavras, a conta vai ser alta.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ibovespa 10/04/2013

O Ibovespa superou a LTB de curto prazo, mas continua abaixo da LTB de médio prazo e com fortes resistências (MMs). O candle desta quarta-feira mostrou que o processo de alta pode está se esgotando.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Ibovespa 20/03/2013

O Ibovespa não confirmou o candle de alta e perdeu a LTA de curto prazo. Como resultado, montou um pivot de baixa, que será confirmado caso perca os 55.500 pontos. Esse pivot, se confirmado, pode levar o Ibovespa aos 52 mil pontos.

terça-feira, 19 de março de 2013

Ibovespa 18/03/2013

Candle e a formação de uma LTA indicam que o Ibovespa iniciou um movimento de alta de curto-prazo, apesar do índice ainda se encontrar abaixo da LTB, que deve funcionar como principal resistência.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Ibovespa 14/03/2013

O Ibovespa segue em acumulação, no curto, médio e longo prazo, sem qualquer perspectiva de alteração de tendência. No momento se encontra abaixo da LTB de curto-prazo, mas respeitando os suportes.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ibovespa 27/02/2013

O Ibovespa rompeu a tendência e agora segue numa alta de curto-prazo. No médio e longo-prazo se manteve numa tendência de congestão.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ibovespa 18/02/2013

O Ibovespa perdeu seus principais suportes e segue em tendência de baixa. No médio e longo prazo a tendência é de acumulação. O movimento de queda pode continuar, mas dificilmente se afastará muito das MMs. Novas quedas colocaria o Ibovespa em sobre-venda, obrigando a um movimento de correção (alta).

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ibovespa 06/02/2013

Depois de um período de distribuição, o Ibovespa perdeu seu suporte e voltou a seguir na tendência de baixa. Há novos suportes nos 58.300 pontos, mas é provável que o índice caia abaixo da 200MM. No médio e longo prazo o Ibovespa segue num processo de congestão (não há afastamento das MMs).

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ibovespa 05/02/2013

Sem novidades, o Ibovespa continua testando os suportes, numa congestão em torno da 50MM. Ainda em tendência de baixa.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ibovespa 04/02/2013

O Ibovespa está respeitando os 59.200 pontos, mas ainda em tendência de baixa. A atual congestão pode continuar nos próximos pregões, sendo 58.300 pontos (60% fibo) outro importante suporte que pode ser testado.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ibovespa 29/01/2013

O Ibovespa teve uma pequena reação técnica nesta terça-feira, longe de tirar o índice da tendência de baixa.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ibovespa 28/01/2013

O Ibovespa perdeu seus suportes e entrou em tendência de baixa para o curto prazo. No médio segue numa tendência de acumulação, sem se distanciar das MMs, podendo cair até os 55 mil pontos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ibovespa 23/01/2013

O Ibovespa segue acumulando, mantendo seu suporte e com queda no volume de negócios. O mercado continua indefinido, perdendo a LTA, mas sem um movimento de ruptura que possa indicar mudança na tendência.