
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Ibovespa 31/07/2008
O Ibovespa fez nesta quinta-feira o esperado pull-back, não retornando para o canal de baixa. Os indicadores apontam mudança de tendência para o curto-prazo. Confirmando a alta, o primeiro objetivo seriam os 63 mil pontos. Outras resistências:65.200 e 67.300 pontos.

Petrobrás 31/07/2008
Ibovespa 30/07/2008
Houve rompimento da LTB e do Gann-line. É interessante observar que a alta dessa semana foi precedida por uma clara divergência no IFR, o que reforça a tese de que teremos uma mudança de tendência no curto-prazo. É possível alguma realização nessa quinta-feira, formando um pull-back na LTB. Essa possível queda pode ser considerada normal desde que não volte a penetrar no canal de baixa.

quarta-feira, 30 de julho de 2008
Ibovespa 29/07/2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
Ibovespa 28/07/2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Ibovespa 25/07/2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Estudo do Ibovespa com Gann
Desde 2006 o Ibovespa segue um Gann-fan, numa relação 1x1. A atual queda também está relacionada à Gann, sendo que a um gann-line de 1x3 coincide com a LTB. Isso significa que:
a – a retomada da alta só ocorrerá quando o gann-line for superado;
b – o fan que historicamente tem servido de suporte para o Ibovespa, definindo a tendência de longo prazo, foi tocado nesta quinta-feira. Uma perda deste fan levaria o Ibovespa para o fan abaixo, ou seja, próximo dos 50 mil pontos.
Além dos suportes apontados por Gann, também temos um definido pelo fibonacci, em 56 mil pontos.
Portanto, nessa sexta-feira podemos ter a consolidação de uma tendência de queda no médio-prazo, ou o inicio de uma reação mantendo a tendência de LP, respeitada desde o inicio de 2006.
a – a retomada da alta só ocorrerá quando o gann-line for superado;
b – o fan que historicamente tem servido de suporte para o Ibovespa, definindo a tendência de longo prazo, foi tocado nesta quinta-feira. Uma perda deste fan levaria o Ibovespa para o fan abaixo, ou seja, próximo dos 50 mil pontos.
Além dos suportes apontados por Gann, também temos um definido pelo fibonacci, em 56 mil pontos.
Portanto, nessa sexta-feira podemos ter a consolidação de uma tendência de queda no médio-prazo, ou o inicio de uma reação mantendo a tendência de LP, respeitada desde o inicio de 2006.

Petrobrás
Muitos podem afirmar que o mercado caiu nesta quarta-feira prevendo a alta da taxa de juros. Contudo, a alta de 0,75% pode até ajudar a bolsa, visto que deve ajudar a manter o investidor estrangeiro no país, segurando o dólar e, por tabela, a bolsa.
No momento, o principal problema do Ibovespa chama-se Petrobrás. Por seu peso no índice, é capaz de segurar qualquer alta. Nesta quarta-feira o filme se repetiu, com PETR4 caindo junto com o preço do petróleo, segurando o Ibovespa por todo o pregão.
Petrobrás encontra-se numa situação de sobrevenda. Porém, é provável que essa queda se estenda até os R$ 35,40. Apesar de toda a queda das ultimas semanas, no longo prazo a Petrobrás ainda preserva sua tendência de alta, mesmo sendo essa queda uma das mais acentuadas que o ativo já teve nos últimos anos.
No momento, o principal problema do Ibovespa chama-se Petrobrás. Por seu peso no índice, é capaz de segurar qualquer alta. Nesta quarta-feira o filme se repetiu, com PETR4 caindo junto com o preço do petróleo, segurando o Ibovespa por todo o pregão.
Petrobrás encontra-se numa situação de sobrevenda. Porém, é provável que essa queda se estenda até os R$ 35,40. Apesar de toda a queda das ultimas semanas, no longo prazo a Petrobrás ainda preserva sua tendência de alta, mesmo sendo essa queda uma das mais acentuadas que o ativo já teve nos últimos anos.

quarta-feira, 23 de julho de 2008
Ibovespa 22/07/2008
Enquanto DJI superava a sua LTB, o Ibovespa perdia o seu canal de alta. Esse resultado, aparentemente contraditório, está relacionado à cotação do petróleo. A queda nos preços do petróleo é benéfica às bolsas lá fora e negativo para as ações da Petrobrás, que acaba puxando o resto do mercado. Um novo teste nos 58 mil pontos é possível.

terça-feira, 22 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Ibovespa 18/05/2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
CSN 16/07/2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Ibovespa 15/07/2008
O Ibovespa continua num repique, ainda abaixo da LTB. Vários papeis que estavam num repique mais forte fracassaram na tentativa de romper suas LTBs, caso da CSN. Isso mostra que falta consistência na atual alta. Por outro lado, o índice brasileiro parece ignorar o que acontece no resto do mundo, o que pode surpreender alguns, mas é o correto: o índice é resultado do desempenho de uma seleção de empresas brasileiras.

segunda-feira, 14 de julho de 2008
CSN 14/07/2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Ibovespa 10/07/2008
O Ibovespa faz algo previsível: totalmente sobrevendida, reage num suporte forte, os 57.800 pontos. Essa reação tende a colocar o índice de volta ao canal de baixa. Não há nenhuma mudança para o médio prazo (índice ainda abaixo da LTB), mas os dois últimos dias formaram um importante padrão de reversão (martelo) que pode dar início a um repique mais longo.

terça-feira, 8 de julho de 2008
As gordurinhas do IBOVESPA
Já virou rotina: sempre que a bolsa sofre uma queda mais forte, em determinado momento começam a surgir análises prevendo uma catástrofe. O curioso é que essas análises geralmente surgem depois que a bolsa já sofreu uma razoável desvalorização, não antes.
O que mais impressiona são os argumentos usados para justificar tais projeções. Algumas parecem não ter qualquer base teórica razoável, outras usam informações equivocadas ou que contradizem a teoria.
Neste final de semana, surgiu mais uma dessas famosas projeções. Desta vez, o argumento é que o Ibovespa, em comparação com outras oito bolsas, foi a que menos caiu. Por isso, haveria um gordura, espaço para cair mais, o que seria inevitável pois, existe uma suposta sincronia, uma harmonia com o resto do mundo. E desde quando as bolsas do mundo apresentam a mesma variação?
É evidente que podemos ter crises mundiais que afetam todos os mercados. Porém, no longo prazo, a magnitude das altas ou baixas é diferente. O que determina um índice é o conjunto de empresas que o compõe. O DJI, por exemplo, é composto por empresas da velha economia norte-americana, incluindo dinossauros como GM, IBM e outras empresas que já deram o que tinham que dar ou que vivem mergulhadas em crises crônicas.
O Brasil, por sua vez, é uma economia emergente, que sequer decolou. Ainda estamos num processo de concentração econômica, com a consolidação de grandes grupos como Vale, CSN, Bradesco. Não temos grandes instituições financeiras mergulhadas na crise do subprime. Não somos uma economia madura.
O gráfico abaixo mostra bem que a sincronia entre bolsas inexiste. Além do Ibovespa e do DJI, temos, para efeito de comparação, o índice da bolsa de Londres, que sempre teve um desempenho inferior ao DJI, fruto do perfil econômico da Inglaterra.
O Ibovespa pode até cair para os 30 mil pontos. Mas afirmar que isso poderá ocorrer tendo como base comparações com o desempenho das bolsas de outros países, que vivem momentos econômicos diferentes, é um equívoco. Do contrário, teríamos que cair não para 30 mil, para os 10 mil pontos.

O que mais impressiona são os argumentos usados para justificar tais projeções. Algumas parecem não ter qualquer base teórica razoável, outras usam informações equivocadas ou que contradizem a teoria.
Neste final de semana, surgiu mais uma dessas famosas projeções. Desta vez, o argumento é que o Ibovespa, em comparação com outras oito bolsas, foi a que menos caiu. Por isso, haveria um gordura, espaço para cair mais, o que seria inevitável pois, existe uma suposta sincronia, uma harmonia com o resto do mundo. E desde quando as bolsas do mundo apresentam a mesma variação?
É evidente que podemos ter crises mundiais que afetam todos os mercados. Porém, no longo prazo, a magnitude das altas ou baixas é diferente. O que determina um índice é o conjunto de empresas que o compõe. O DJI, por exemplo, é composto por empresas da velha economia norte-americana, incluindo dinossauros como GM, IBM e outras empresas que já deram o que tinham que dar ou que vivem mergulhadas em crises crônicas.
O Brasil, por sua vez, é uma economia emergente, que sequer decolou. Ainda estamos num processo de concentração econômica, com a consolidação de grandes grupos como Vale, CSN, Bradesco. Não temos grandes instituições financeiras mergulhadas na crise do subprime. Não somos uma economia madura.
O gráfico abaixo mostra bem que a sincronia entre bolsas inexiste. Além do Ibovespa e do DJI, temos, para efeito de comparação, o índice da bolsa de Londres, que sempre teve um desempenho inferior ao DJI, fruto do perfil econômico da Inglaterra.
O Ibovespa pode até cair para os 30 mil pontos. Mas afirmar que isso poderá ocorrer tendo como base comparações com o desempenho das bolsas de outros países, que vivem momentos econômicos diferentes, é um equívoco. Do contrário, teríamos que cair não para 30 mil, para os 10 mil pontos.


Ibovespa 07/07/2008
O doji da última sexta-feira foi seguido por um martelo, o que anula o potencial de reversão da primeira figura, com o índice não conseguindo voltar para o canal (a base inferior do canal funcionou com resistência). Assim, o Ibovespa caminha para um teste no próximo suporte, que está em 57.800 pontos (mínima de março).

segunda-feira, 7 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
Ibovespa semanal
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Ibovespa 03/07/2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Ibovespa 02/07/2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ibovespa 01/07/2008
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